(06-01-2012, Lisboa)
Cresci com sopa na mesa. Tenho ideia de não lhe achar muita graça quando miúda, depois aceitei a sua presença obrigatória: para o meu pai é impensável uma refeição sem sopa. Aprendi a apreciá-la, à medida que fui crescendo, e agora é um alimento que aprecio verdadeiramente, em particular no Inverno.
Sei que herdamos muitas coisas dos nossos pais, da forma como crescemos. Na sexta em que eles chegam, faço sempre sopa.